Ponto por QR Code e totem: como funciona e é válido?

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Em uma linha: No ponto por QR Code, o colaborador escaneia um código para registrar a jornada em um dispositivo compartilhado; no modo totem (quiosque), um tablet fixo atende toda a equipe. Ambos são válidos desde que o sistema identifique o trabalhador, gere comprovante e produza o AFD da Portaria MTP 671/2021.

Como funciona o ponto por QR Code

O ponto por QR Code representa uma inovação no registro de jornadas de trabalho, onde um único dispositivo, como um tablet ou smartphone, é utilizado para registrar a marcação de ponto. O colaborador realiza a leitura de um código QR, que armazena informações cruciais como data, hora e, quando permitido, a localização do registro. Após a leitura, o colaborador recebe um comprovante, que serve como evidência da sua marcação.

Esse método é especialmente conveniente em ambientes onde a instalação de aplicativos em todos os dispositivos não é viável, permitindo uma gestão de ponto mais eficiente e acessível. Além disso, a utilização de QR Codes facilita a integração com outras tecnologias, como sistemas de gestão de pessoas e de folha de pagamento.

Totem e quiosque para a equipe

No formato totem, um dispositivo fixo, como um tablet, é instalado em locais estratégicos, como a entrada de uma empresa, recepções ou áreas de produção. Nesse sistema, cada colaborador se identifica por meio de um código, biometria ou reconhecimento facial, e registra sua jornada de trabalho. Essa abordagem é particularmente vantajosa para equipes que não possuem celulares corporativos ou que trabalham em locais onde a mobilidade é limitada.

O uso de totens proporciona um controle de ponto eficiente, permitindo que várias pessoas registrem sua entrada e saída em um único local, o que reduz a necessidade de múltiplos dispositivos e facilita a supervisão do processo.

O que a Portaria 671 exige

  • Identificação do trabalhador: Cada registro deve incluir a identificação clara do colaborador, conforme estipulado pela Portaria MTP 671/2021.
  • Comprovante de marcação: É imprescindível que o sistema forneça um comprovante de cada marcação ao colaborador, garantindo a transparência e a rastreabilidade do registro.
  • Arquivo AFD: O sistema deve gerar um arquivo AFD (Arquivo de Ponto Digital) completo e exportável, que deve estar disponível para fiscalização, assegurando a conformidade legal da empresa.

Sem a presença desses três elementos fundamentais, o sistema de registro de ponto, independentemente de sua sofisticação tecnológica, não possui validade legal e pode acarretar penalidades para a empresa.

Quando usar

As tecnologias de ponto por QR Code e totens se destacam em diversos ambientes de trabalho, especialmente em locais com alta circulação de colaboradores e onde a utilização de dispositivos individuais é impraticável. Exemplos de tais ambientes incluem:

  • Lojas: Onde os colaboradores precisam registrar sua jornada em momentos de pico.
  • Recepções: Em empresas com grande fluxo de visitantes e funcionários.
  • Chão de fábrica: Onde é necessário um controle rigoroso da jornada de trabalho.
  • Obras: Onde os trabalhadores podem ter dificuldade em acessar dispositivos pessoais.
  • Restaurantes: Onde o movimento intenso exige agilidade na marcação de ponto.

Para equipes que atuam externamente, como vendedores ou técnicos de campo, o registro via aplicativo no celular tende a ser mais eficaz, pois permite a marcação em qualquer lugar, garantindo maior flexibilidade e eficiência.

Como um sistema resolve

A validade do ponto por QR Code e por totens depende diretamente da capacidade do sistema que os suporta de atender às exigências da Portaria MTP 671/2021. Para garantir a conformidade, o sistema deve:

  1. Identificar o trabalhador de forma clara e inequívoca.
  2. Gerar um comprovante para cada registro, que deve ser entregue ao colaborador.
  3. Produzir um arquivo AFD que possa ser utilizado pela fiscalização trabalhista.

A TiqueTaque se destaca como uma plataforma brasileira de Registro Eletrônico de Ponto (REP-P), que permite a marcação de ponto via aplicativo, dispositivo e web, mesmo em modo offline. Isso garante que as empresas possam adotar métodos modernos de controle de ponto sem comprometer a validade legal dos registros. Para entender melhor as alternativas disponíveis, consulte os nossos comparativos e aprofunde-se nos fundamentos do guia de controle de ponto.

Resumo

A implementação de sistemas de ponto por QR Code e totens transforma um dispositivo compartilhado em um ponto coletivo legalmente válido, desde que o sistema utilizado atenda às exigências da Portaria MTP 671/2021. Essa abordagem moderna oferece uma solução prática e eficiente para o registro de jornadas, sem comprometer a conformidade legal, o que é crucial para a gestão de recursos humanos nas empresas.

Perguntas frequentes

Ponto por QR Code é seguro?
Sim, desde que o sistema utilizado siga as diretrizes da Portaria MTP 671/2021 e implemente medidas de segurança adequadas, como criptografia e autenticação robusta.
Quais são os benefícios do ponto por totem?
Os totens permitem um registro mais ágil e eficiente, facilitando a marcação de ponto em locais com grande circulação de funcionários, além de reduzir a necessidade de dispositivos individuais.
Como garantir a conformidade legal do sistema de ponto?
É fundamental que o sistema identifique o trabalhador, forneça comprovantes de marcação e gere o arquivo AFD, conforme estipulado pela Portaria MTP 671/2021.
O que acontece se a empresa não seguir as regras da Portaria 671?
A falta de conformidade pode resultar em penalidades legais, incluindo multas e complicações trabalhistas, além de comprometer a segurança jurídica da empresa.
É possível integrar o sistema de ponto com outros softwares?
Sim, muitos sistemas modernos permitem integração com softwares de gestão de pessoas e folha de pagamento, otimizando processos e garantindo uma gestão mais eficiente.

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Transparência: o Melhor Sistema de Ponto Eletrônico é uma publicação editorial imparcial. Ao mencionarmos a TiqueTaque, fazemos isso como uma menção a uma solução do setor, seguindo nossa metodologia pública e a política editorial. O conteúdo é informativo e não substitui a orientação jurídica ou contábil personalizada.