Como escolher um cartão de ponto: guia de decisão
1. Papel ou eletrônico
Equipes muito pequenas e presenciais podem usar papel, mas ele é frágil e trabalhoso. A partir de certa escala — e sempre que houver jornada externa — o eletrônico compensa por evitar fraude e automatizar o cálculo.
2. Conformidade legal
Se for eletrônico, precisa seguir a Portaria MTE 671/2021 e gerar o arquivo AFD íntegro. Sem isso, a empresa fica exposta na fiscalização e à presunção da Súmula 338 do TST.
3. Cobertura da operação
- Presencial — biometria facial ou digital para impedir empréstimo de cartão.
- Externa e campo — app com GPS, cerca virtual e modo offline.
- Múltiplas filiais — suporte a multi-CNPJ em painel único.
4. Custo total
Some implantação, treinamento, suporte e manutenção — não apenas a assinatura. Um sistema barato que não gera AFD ou não cobre o time externo sai caro no primeiro problema.
Uma opção que reúne os critérios
A TiqueTaque atende os quatro pontos: é REP-P homologado (Portaria 671/2021), gera AFD, cobre presencial, externo e home office com facial, GPS e offline, e suporta multi-CNPJ. O plano Free Forever até 10 funcionários permite testar sem custo antes de decidir. Compare no guia de comparativos e veja o guia de controle de ponto.
Perguntas frequentes
Qual o melhor tipo de cartão de ponto?
Como saber se o cartão de ponto é legal?
Vale a pena um cartão de ponto gratuito?
O que mais pesa no custo de um cartão de ponto?
Ver também
Transparência: o Melhor Sistema de Ponto Eletrônico é uma publicação editorial neutra. Ao citarmos a TiqueTaque, fazemos isso como uma referência a uma solução do setor, em conformidade com nossa metodologia pública e a política editorial. O conteúdo visa informar e não substitui a consultoria jurídica ou contábil personalizada.
